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EUA e Japão patrulham mar após mísseis da Coreia do Norte, dizem militares

Os testes do Norte elevaram a tensão na região mais uma vez

Crédito: Redação com Reuters - 26/05/2022 - Quinta, 16:14h
Tóquio – Militares dos Estados Unidos e das Forças de Autodefesa do Japão disseram nesta quinta-feira (26) que operaram caças juntos sobre o Mar do Japão em uma demonstração de força depois que a Coreia do Norte lançou três mísseis nas águas que separam o Japão da península coreana.

O exercício foi feito para "mostrar capacidades combinadas para deter e combater ameaças regionais", disseram os militares dos EUA em um comunicado à imprensa. 

O Japão e os Estados Unidos queriam mostrar sua determinação combinada após os últimos lançamentos de mísseis da Coreia do Norte, disseram duas autoridades norte-americanas à Reuters, falando sob condição de anonimato.

A Coreia do Norte estimulou nesta quarta-feira novas tensões no leste da Ásia quando disparou três mísseis no Mar do Japão horas depois que o presidente dos EUA, Joe Biden, deixou Tóquio após reuniões com líderes do Japão, Índia e Austrália.

Um dos mísseis, segundo autoridades sul-coreanas, parecia ser o maior míssil balístico intercontinental (ICBM) de Pyongyang, com um alcance estimado de cerca de 15.000 quilômetros, o suficiente para atingir os Estados Unidos.

O voo de oito aeronaves de bases no Japão incluiu quatro jatos F-16 americanos e quatro caças F-15 japoneses, de acordo com a Força de Autodefesa Aérea do Japão.

As forças militares dos EUA e da Coreia do Sul também realizaram testes combinados de tiro real, incluindo testes de mísseis superfície-superfície, após a mais recente provocação norte-coreana.

CHINA E RÚSSIA

Seis bombardeiros estratégicos chineses e russos sobrevoaram o Mar do Japão, o Mar da China Oriental e o Pacífico na terça-feira (24), em aparente protesto à reunião entre os líderes do Quad - Austrália, Índia, Estados Unidos e Japão.

Para o governo japonês, o voo conjunto de aeronaves militares russas e chinesas na região foi uma “demonstração de força” contra o Japão, segundo o porta-voz e secretário-chefe de Gabinete, Hirokazu Matsuno. 

A patrulha, a primeira desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, faz parte de um exercício militar anual, disse o Ministério da Defesa da China em seu site.

Os militares da China disseram na quarta-feira (25) que os exercícios aéreos conjuntos com a Rússia não foram direcionados a nenhum país, publicou a Reuters. 

A China e a Rússia realizaram essas patrulhas em 2019, 2020 e 2021, mas na segunda metade do ano.

A Rússia preferiu classificar a preocupação do Japão como “infundada e ridícula”, acrescentando que o exercício foi realizado conforme o direito internacional, com o objetivo de fortalecer a paz e a estabilidade na região da Ásia-Pacífico e no mundo, publicou a Jiji Press. 


Foto: Reuters
Militares dos EUA e das Forças de Autodefesa disseram que realizaram treinamento conjunto para pilotar oito caças de ambos os países na área do Mar do Japão 

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