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Famílias dos EUA podem solicitar 4 testes gratuitos de Covid-19 a partir de 19 de janeiro

França registra redução na ocupação de leitos em UTI’s por pacientes com Covid-19

Crédito: Reuters - 15/01/2022 - Sábado, 11:02h
Washington - Cada residência dos Estados Unidos pode solicitar pelas internet quatro testes caseiros gratuitos de Covid-19 a partir de 19 de janeiro, com entrega prevista de 7 a 12 dias após o pedido, informou a Casa Branca na sexta-feira (14).

O lote de testes gratuitos visa aliviar a escassez de testes de Covid-19 em todo o país em meio ao aumento da demanda devido à rápida disseminação da variante Ômicron.

O governo dos EUA já contratou mais de 420 milhões de testes, disse a Casa Branca.

O presidente Joe Biden prometeu adquirir 1 bilhão de testes gratuitos para os norte-americanos, e mais podem ser encomendados no futuro. "Não estamos dizendo que vamos parar por aí", disse uma autoridade graduada do governo a repórteres em uma teleconferência.

O governo também planeja lançar uma linha telefônica para pessoas que não têm acesso à internet para solicitar os testes.

Uma vez solicitados, os testes serão enviados para residências nos EUA pelo Serviço Postal dos EUA. Cada família está limitada a quatro.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Postais Americanos, Mark Dimondstein, disse que o sindicato concordou em permitir que o Serviço Postal use até 7.000 trabalhadores temporários para rotular e embalar os kits de teste em 43 instalações existentes. Muitos deles são trabalhadores de férias sendo recrutados para o projeto.

Combater a pandemia é uma das principais prioridades de Biden. Críticos afirmam que, embora o governo tenha focado sua atenção em vacinar os norte-americanos, não fez o suficiente para incentivar o uso de máscaras e estimular os testes, um déficit que a Casa Branca parece tentar resolver com as entregas de testes em casa e uma promessa de obter mais máscaras para a população.

UTI’S NA FRANÇA

O número de pacientes da Covid-19 em unidades de tratamento intensivo na França caiu pelo segundo dia seguido, apesar de um recorde de infecções, mostraram dados do Ministério da Saúde francês na sexta-feira.

A França registrou 3.895 pacientes de Covid-19 em unidades de tratamento intensivo nesta sexta, 44 a menos do que na véspera, e em queda pelo segundo dia consecutivo, apesar da média móvel semanal de novas infecções ter atingido nova alta de quase 294 mil por dia na quinta-feira (13).

O número de pessoas internadas com Covid-19 subiu em 357, para 24.511, mas o aumento semana a semana de 13,5% foi o menor desde o início do ano.

O Instituto Pasteur afirmou na quarta-feira que espera ver o pico de infecções da nova variante Ômicron em meados de janeiro, seguido por um pico de internações hospitalares na segunda metade do mês.

A França registrou nesta sexta-feira 191 mortes pela Covid-19, levando o total acumulado a 126.721.

ÔMICRON NA ITÁLIA 

A altamente contagiosa variante Ômicron do coronavírus é a cepa predominante hoje na Itália, afirmou o Instituto Nacional de Saúde (ISS) na sexta-feira, representando 81% dos casos em uma pesquisa relâmpago realizada no dia 3 de janeiro.  

A pesquisa anterior havia mostrado que a Ômicron correspondia a 28% dos casos no dia 20 de dezembro. 

"Na Itália, no dia 3 de janeiro, a variante Ômicron era a predominante, com uma prevalência estimada de 81%, enquanto a Delta estava em 18% das amostras testadas", disse o ISS em nota. 

A análise se baseia em 2.632 amostras testadas em 120 laboratórios e coletadas em todas as 21 regiões italianas e províncias autônomas, disse o Instituto. 

A Itália, primeiro país ocidental a ser atingido pela pandemia de Covid-19 em 2020, tem visto o aumento de novas infecções e mortes nas últimas semanas. 

O país reportou 184.615 casos de Covid-19 na quinta-feira, contra 196.224 no dia anterior, segundo o Ministério de Saúde, enquanto o número de mortes cresceu de 313 para 316. 

O país registrou 140.188 mortes ligadas à Covid-19 desde o surto inicial em fevereiro de 2020, a segunda maior marca na Europa, atrás apenas do Reino Unido, e a nona do planeta. O país já reportou 8,15 milhões de casos até hoje. 


Foto: Reuters
Testes gratuitos serão distribuídos a famílias nos Estados Unidos 

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