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Pesquisa inédita no Japão revela infecção disruptiva em pessoas totalmente vacinadas

Nos Estados Unidos também há estudos a respeito

Crédito: Redação - 31/07/2021 - Sábado, 13:50h
Tóquio – Uma pesquisa inédita feita no Japão confirmou que a chamada “infecção disruptiva” (também conhecida como infecção breakthrough) ocorre mais de duas semanas após a vacinação contra a Covid-19, publicou a NHK. 

O levantamento feito com dados de governos municipais e instituições de saúde descobriu que até o final de junho 67 pessoas foram confirmadas como infectadas após serem vacinadas, segundo o Instituto de Doenças Infecciosas do Japão. 

O Instituto, porém, lembrou o seguinte: "Embora não seja o resultado da negação da eficácia da vacina, é importante continuar o controle da infecção após a vacinação."

Do total de infectados, 80% têm entre 20 e 40 anos de idade, mas ninguém estava gravemente doente.
 
Eles dizem que a análise genética de 14 dos casos revelou que 12 eram a variante Alfa detectada pela primeira vez na Grã-Bretanha. Os outros dois eram da variante Delta detectada pela primeira vez na Índia.

O Instituto indicou que há um risco de infecção secundária, daí a importância de continuar o controle através da vacinação. 

NOS ESTADOS UNIDOS 

Nos Estados Unidos, um estudo no estado de Massachusetts identificou 469 casos de COVID-19 entre residentes que viajaram para uma cidade no condado de Barnstable durante as duas semanas iniciadas em 3 de julho. Do total, 74%  ocorreram em pessoas totalmente vacinadas, segundo a Kyodo News. 

Testes foram realizados e identificaram a variante Delta em 90% das amostras de 133 pacientes. 

O estudo mostrou ainda que 79% dos pacientes vacinados e que tiveram infecção disruptiva eram sintomáticos, sendo os mais comuns a tosse, dor de cabeça, dor de garganta, mialgia e febre. 

Entre cinco pacientes que foram hospitalizados quatro já haviam sido totalmente vacinados. Nenhuma morte, porém, foi relatada nesse estudo.

Um documento do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos obtido pelo jornal The Washington Post indica que a variante Delta é mais transmissível que o vírus do resfriado comum, da gripe sazonal ou do Ebola, e é tão infecciosa quanto a varicela. 

O CDC disse que a carga viral da variante Delta é igualmente alta em vacinados ou não, sugerindo um risco aumentado de transmissão e levantando a preocupação de que, ao contrário de outras variantes, as pessoas vacinadas infectadas com a variante podem transmitir o vírus.

O Centro tem recomendado que as pessoas, mesmo as já vacinadas, usem máscara em ambientes públicos fechados. 


Foto: iStockphoto 

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