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França investiga denúncia contra Ghosn por festa no palácio de Versalhes

Ex-presidente da Renault-Nissan teria usado recursos da empresa

Crédito: Reuters - 24/01/2020 - Sexta, 16:38h

Paris - Promotores franceses que investigam uma festa na qual o ex-presidente da Renault-Nissan, Carlos Ghosn, deu para sua esposa no suntuoso palácio de Versalhes irão pedir, nas próximas semanas, que os juízes examinem o caso, ficando mais próximos de uma denúncia.

Os promotores têm investigado se Ghosn —agora no Líbano depois de ter fugido no mês passado do Japão, país no qual é acusado de má conduta financeira— usou conscientemente os recursos da empresa para promover uma festa destinada a fins particulares.

Um funcionário do gabinete da promotoria em Nanterre, próximo de Paris, que tem lidado com a investigação, afirmou à Reuters que um juiz ou juízes seriam designados para prosseguir com o caso contra Ghosn.

Os juízes têm poderes mais amplos do que os promotores para conduzir um caso criminal. Eles podem, em determinadas circunstâncias, ordenar a detenção de um suspeito pendente de julgamento ou emitir um mandado de prisão internacional se o suspeito estiver no exterior.

Questionado pela Reuters, Jean-Yves Le Borgne, um dos membros da equipe jurídica de Ghosn, disse que Ghosn não tinha feito nada de errado em relação à festa, mas pode ter havido um mal-entendido entre Versalhes e os planejadores da festa que trabalhavam para o executivo.

O advogado disse que Ghosn se ofereceu para pagar o custo, de 50 mil euros, do aluguel do local para a festa.

Foto: Reuters
Carlos Ghosn com a esposa Carole no Líbano
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