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Métodos contraceptivos disponíveis no mercado

Conheça algumas das formas de impedir uma gravidez indesejada

Crédito: Thassia Ohphata/Alternativa - 17/12/2017 - Domingo, 09:31h

Em agosto de 1960, chegava ao mercado a primeira pílula anticoncepcional e deu às mulheres a opção de decidir quando e quantos filhos gerar, além de abrir as portas do mercado de trabalho. No entanto, ela não é o único método para impedir uma gravidez indesejada. Existem outros, como os preservativos, femininos e masculinos, que também servem como barreira contra doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Com exceção destes, todos os outros contraceptivos devem ser indicados por um ginecologista, que irá analisar o histórico e receitar o método mais adequado à mulher.

- Camisinha masculina (コンドーム, kondoomu): revestimento de borracha fina, que é colocado no pênis enrijecido. Ela permite que o esperma entre em contato com a vagina e também impede que microorganismos causadores das DST/AIDS sejam transmitidos de um parceiro para outro. Os casos de reação alérgica ao produto são raros e esse método tem uma taxa de falha de entre 3% e 12%, o que está mais relacionado ao seu uso incorreto.

- Camisinha feminina (女性コンドーム, josei kondoomu): também feito de látex, possui as mesmas vantagens e desvantagens do preservativo masculino. Esse modelo é um pouco maior e tem um aro dentro dela que facilita a introdução dentro da vagina.

- Diafragma (ペッサリー, pessari): membrana de borracha que serve como uma espécie de tampa dentro do colo do útero, impedindo que o espermatozoide suba para as trompas. Para comprar o diafragma, é preciso ajuda do ginecologista. Por meio de exames ginecológicos, o médico vai medir o tamanho certo para a cavidade uterina da paciente. Ao utilizá-lo, o ideal é que a mulher aplique no contraceptivo uma pomada ginecológica com espermicida. Depois, ela o encaixa na cavidade uterina até seis horas antes da relação sexual e retirado apenas 12 horas depois.

- Tabelinha: consiste em um cálculo estimado de quando será o período fértil da mulher, momento que as relações sexuais devem ser evitadas. Normalmente, estima-se que esse período seja entre o 12º e o 15º dia do ciclo, e a conta é feita a partir do primeiro dia da menstruação. Esse método só funciona com quem tem o ciclo menstrual regular e, mesmo assim, não é muito indicado porque, mesmo que os dias sejam marcados com perfeição, é muito difícil ter a certeza de que aqueles são os dias férteis da mulher. A taxa de falha é muito alta e a tabelinha não é recomendada para quem quer evitar uma gestação.

- Método do muco cervical: baseia-se na ocorrência de modificações cíclicas no muco cervical (secreção clara, fina e pegajosa), que indica o período fértil. Depois da menstruação, essa secreção é inexistente ou escassa, por habitualmente dez dias. No dia que aparece, a mulher deve abster-se por três dias, no mínimo, das relações.

- Coito interrompido: quando o homem ejacula para fora da vagina da mulher. A eficiência é duvidosa, já que se o homem retardar um segundo e deixar escapar um pouco de sêmen, o risco de gravidez é eminente.

- Anel contraceptivo: anel plástico flexível e transparente, que libera uma quantidade de hormônio direto na parede vaginal. Cada anel é destinado a um ciclo de uso (que compreende três semanas de utilização), seguidas de uma semana sem o anel. É inserido pela própria mulher, como se fosse um absorvente interno. A utilização do anel diminui o fluxo menstrual, a frequência de cólicas, a incidência de efeitos colaterais é baixa e dispensa a ingestão oral diária. Assim como a pílula, é contraindicado para algumas pacientes, como mulheres acima de 35 anos e fumantes.

- DIU (dispositivo intra-uterino, 避妊リング, hinin ringu): colocado por um médico, após se verificar se a mulher não tem nenhuma infecção e seu exame preventivo está em ordem. O DIU dificulta a passagem do espermatozoide, altera as condições do endométrio (parede do útero que segura o embrião fecundado) e também age nas trompas. Os de cobre, a durabilidade é de 10 anos. Já os medicados, quando o dispositivo possui em suas hastes uma dose de progesterona, podem ficar no corpo da mulher por cerca de cinco anos. Ambos os tipos são indicados para mulheres que já tiveram filhos. O útero de uma paciente que já carregou um bebê é maior, o que facilita a colocada do dispositivo, diminui os riscos de expulsão e de sangramento excessivo. No começo, as mulheres que usam este método podem ter a menstruação com fluxo aumentado, o que é facilmente controlável com o uso de medicamentos. Após a retirada, a mulher pode engravidar imediatamente. O dispositivo não diminui o prazer e não ocasiona os efeitos colaterais dos métodos hormonais.

- Implante anticoncepcional: um pequeno bastão de aproximadamente quatro centímetros é colocado, por um ginecologista, sob a pele do braço e libera lentamente o hormônio por um período de três a cinco anos. Com isso, a mulher para de ovular e aumenta a viscosidade do muco cervical, que inibe a penetração dos espermatozoides. É indicado para as mulheres que não podem utilizar o estrógeno ou para aquelas que são indisciplinadas. Para quem quer dar adeus à menstruação é uma ótima opção. Além disso, ele reduz a tensão pré-menstrual.

Foto: iStockphoto
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