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O que fazer em caso de ijime

Crianças vítimas de bullying podem ter o comportamento alterado

Crédito: Redação - 03/06/2017 - Sábado, 07:04h

Todas as cidades e distritos do Japão possuem um centro de consultas gerais referentes à educação. Antes de procurar informações na prefeitura sobre o centro, converse com a escola sobre o problema. Caso não se sinta satisfeito, pergunte na escola onde fica o centro. Se perceber que a situação é grave, procure o posto policial mais próximo. 

Instituições que oferecem assistência em caso de ijime
- Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia do Japão
Telefone: 0570-07-8310 (atendimento 24 horas em japonês)

- Stop Ijime
http://stopijime.jp/ (em japonês)

- ABC Japan
Kanagawa-ken Yokohama-shi Tsurumi-ku Tsurumi Chuo 1-4-3 Kyodo Bldg. 5F
Telefone: 045-550-3455 
E-mail: info@abcjapan.org 
Atendimento: segunda a sexta-feira, das 10 às 18h. Primeiro e terceiro sábado do mês das 10 às 14h. 

- Disque Escola Gunma projeto da NPO J. Communication
Telefone: 080-8730-6969
Atendimento: segunda a sábado, das 10 às 21h

- NPO (new) SAB – Associação Amigos do Brasil de Minokamo (Gifu)
Gifu-ken Minokamo-shi Hongou-cho 5-20-25
Telefone: 090-3252-3439

Como seu filho (a) tem se comportado?
A criança vítima de ijime muda de comportamento. É possível perceber os sinais dessa mudança. Antes de tomar qualquer atitude, veja se o comportamento da criança mudou dentro de casa ou na escola. 
- Não quer ir à escola. Acorda tarde e se atrasa. 
- Não sente vontade de estudar ou prosseguir com os estudos. 
- Quer mudar de escola, mudar de classe, mudar as atividades escolares. 
- Não comenta nada sobre a escola ou sobre os colegas de classe. 
- Recebe convites constantes de colegas de classe para se encontrar fora de casa. 
- Aparece com as roupas rasgadas, sujas ou algumas peças do uniforme desaparecem. 
- O material escolar aparece quebrado, sujo ou é perdido. 
- Apresenta ferimentos e hematomas pelo corpo. 
- Passa a andar com objetos cortantes, como estilete, faca, tesoura, etc. 
- Apresenta insônia, falta de apetite ou desânimo. 
- Às vezes está nervoso ou encabulado sem motivo aparente. 
- Diz que quer morrer, desaparecer ou se pergunta para que nasceu. 
- Não quer sair de casa, se isolando do mundo. 
- Passa a assistir filmes violentos ou brincar com jogos eletrônicos muito violentos. 
- Passa a pedir dinheiro sem motivo ou justificativa. 
- Recebe muitas mensagens pelo telefone ou e-mail, evitando que alguém ouça ou lia. Reage as mensagens de forma estranha. 
- Aparece com objetos estranhos em casa. 

O que fazer?

Em relação à vítima de ijime:
- Transmita confiança para que a criança se sinta à vontade para falar. 
- Dialogue com a criança e tente saber o que está acontecendo. 
- Faça com que ela participe das decisões para solucionar o problema. 
- Envolva a escola na decisão e faça a criança entender que a escola pode e quer ajudar. 
- Consulte instituições que têm experiência no assunto. 
- Se for necessário, acione a polícia. 
- Acompanhe o desenrolar do caso sempre em cooperação com a criança, a escola e as instituições envolvidas. 
- Nunca tome decisões unilaterais e mantenha a calma. 

Em relação à criança que pratica o ijime:
- Repreenda com firmeza o praticante. 
- Questione ao praticante como ele se sentiria se estivesse no lugar da vítima. 
- Esclareça as consequências que o ijime pode causar. 
- Ajude o praticante a parar com o ijime. 
- Se o praticante reconhecer o ijime elogie a atitude dele e peça a opinião dele sobre o problema. 
- Envolva a escola e pensem juntos em uma saída. 

(Fonte: Manual para pais e responsáveis sobre como lidar com o bullying/ijime do Consulado-Geral do Brasil em Tóquio)
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