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Ajuda antidemissão

Para conter demissões em massa, o governo oferece subsídio às empresas que mantiverem funcionários em seus quadros.

Crédito: Redação - 20/05/2013 - Segunda, 18:27h

Se você está com o emprego ameaçado, sentindo calafrios na espinha, a melhor saída é dialogar com a empresa para ela se socorrer das verbas que o governo está dando para frear as demissões. Se a firma mantiver os funcionários, mesmo após a queda de produção, ela é brindada com uma generosa ajuda governamental.

 
O empregador pede para os funcionários descansarem em casa (kyugyou teate), pagando 60% do salário, evitando os cortes. Se fizer isso, o governo paga 4/5 desses 60%, ou seja, ela cobre grande parte do que seria arcado apenas pelo empregador.
 
Caso a empresa seja de grande porte, o repasse governamental é menor. “Essa ajuda será dada durante 200 dias no prazo de um ano ou 300 dias no período de três anos, o que dá certa tranquilidade até o país sair da recessão”, explica o consultor Iwao Tanikawa, da Associação Comercial de Hamamatsu. 
 
Para proteger o emprego, o programa dá mais uma vantagem. A firma pode promover cursos de qualificação profissional e receber dos cofres federais \6 mil/dia por funcionário que frequentar as aulas. Seu ganho neste item é assim calculado: \6 mil x número de funcionários x número de dias do curso. O ensino de japonês, neste caso, é reconhecido como treinamento profissional.
 
Esta ajuda para qualificação, porém, não precisa ser repassada ao trabalhador, ficando com a firma. De qualquer maneira, ambos os lados se beneficiam, principalmente se a empresa estiver afundada no vermelho. É uma arma para evitar a quebradeira, em particular dos pequenos e médios.
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