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Cabo Daciolo pede ao TSE anulação do 1º turno alegando fraude em urnas eletrônicas

O candidato do Patriota quer uma nova votação usando cédulas

Crédito: Jonas Valente/ABr - 11/10/2018 - Quinta, 10:15h

São Paulo - O candidato do Patriota à Presidência da República, Cabo Daciolo, foi ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentar pedido de anulação da votação do 1º turno para que seja feita uma nova edição do pleito usando o método de voto em cédula, e não em urna eletrônica. Ele argumentou que houve fraude na adoção de urnas eletrônicas.

Daciolo disse que já havia apresentado um pedido de uso de voto em cédula no início de setembro. Segundo o candidato, o TSE respondeu argumentando que não havia situação de excepcionalidade que exigisse o abandono do emprego de urnas eletrônicas em favor da votação em cédula.

“Temos várias denúncias de fraudes das urnas eletrônicas. Em todo o território nacional, as pessoas iam votar e quando chegavam lá para votar para presidente não concluía. Quando tem fragilidade nas urnas eletrônicas, é necessário em caso excepcional que TSE faça votação em cédulas”, defendeu Daciolo.

Consultado pela Agência Brasil, o TSE respondeu por meio de sua assessoria que o processo encontra-se em tramitação por via administrativa e que até o momento não houve decisão.

No balanço das eleições, a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, afirmou que a votação do último domingo (7) ocorreu em “clima de normalidade absoluta”, mas colocou que o Tribunal vai apurar com rigor denúncias de irregularidades na votação.

A missão internacional da Organização dos Estados Americanos (OEA) divulgou informe preliminar no qual relatou não ter atestado problemas nas urnas que colocassem em questão a legitimidade da votação. Segundo os representantes da OEA, especialistas em sistemas de votação designados pela missão acompanharam as urnas ao longo do ano e não encontraram indícios de vulnerabilidades ou fraudes.

INVESTIGAÇÃO DA PF
A Polícia Federal lançou, na quarta-feira, três ações simultâneas para investigar e coibir crimes relacionados a vídeos que circularam nas redes sociais durante o primeiro turno das eleições deste ano.

As ações de quarta-feira tem como objetivo “identificar e afastar possíveis ameaças ao processo eleitoral de 2018”, informou a PF em nota, sem identificar quais vídeos estão sendo apurados.

Como parte da investigação estão sendo cumpridos um mandado de busca e apreensão no Paraná e preenchidos dois termos circunstanciados de ocorrência em São Paulo e Sergipe.

No primeiro turno das eleições deste ano, no domingo, circulou nas redes sociais um vídeo em que um eleitor denunciava suposta fraude no sistema de urnas eletrônicas.

Um outro vídeo que também circulou nas redes mostrou uma pessoa pressionando os dígitos da urna eletrônica com uma arma.

“Os investigados poderão responder, no caso do Estado do Paraná, pelos crimes de violação de sigilo do voto e porte ilegal de arma, e no caso do Estados de Sergipe e São Paulo pela incitação de crime contra candidatos”, disse a PF em nota.

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
Cabo Daciolo apresentou denuncia ao TSE para anular 1º turno
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