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Japão estuda alterar de 65 para 75 anos a idade para uma pessoa ser considerada idosa

A intenção é incentivar um debate público sobre uma revisão dos sistemas de seguro social do país

Crédito: Paulo Sakamoto/Alternativa - 11/01/2017 - Quarta, 10:02h

 

Tóquio - Grupos acadêmicos ligados à área da geriatria defendem que os japoneses com idades entre 65 e 74 anos não podem ser mais classificados como idosos porque são fisicamente e mentalmente mais jovens do que as pessoas da mesma idade que viviam há uma década.


De acordo com a proposta, divulgada na última quinta-feira (5), somente as pessoas com mais de 75 anos apresentam características físicas e mentais para serem classificadas como idosas. Atualmente, a idade de 65 anos é usada pelo governo como parâmetro para a promoção de políticas públicas para idosos.


As pessoas com idades entre 65 e 74 anos seriam classificadas como "pré-idosas", e as com mais de 90 anos seriam chamadas de "superidosas", segundo a proposta.


Para justificar a alteração, o grupo comparou avaliações físicas e mentais de pessoas com mais de 65 anos que viviam na décadas de 1990, 2000 e 2010. A comparação mostrou que, atualmente, as pessoas com idades entre 65 e 74 anos têm condições de participar ativamente de atividades sociais produtivas.


A intenção da proposta é incentivar um debate público sobre uma revisão dos sistemas de seguro social do país, incluindo a alteração da idade mínima para uma pessoa se aposentar que, atualmente, é de 65 anos.


Segundo estimativas do governo, até setembro de 2016 cerca de 27% da população japonesa tinham mais de 65 anos. Se a definição for alterada, a proporção de idosos no país cairia para 13%.


Foto: iStockphoto

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