Desenho

Rodrigo Eiji Tsumura
Trabalhador de fábrica, o brasileiro usa as horas vagas para fazer o que mais gosta: desenhar

Rodrigo Eiji Tsumura, 28, de Fukuroi (Shizuoka), trabalha a semana inteira na fábrica. Apesar da rotina cansativa, o jovem, que está há oito anos no Japão, usa o tempo livre para praticar o que mais gosta: desenho. Ele, que é fã dos mangás e também dos comics norte-americanos, começou a se aventurar na arte com 7 anos, quando viu a primeira versão do Astro Boy, de Osamu Tezuka. “Aqueles personagens com olhos gigantes e cheio de personalidade me fizeram apaixonar pelos estilo japonês”, conta. “Amo desenhos japoneses, pois te dão uma liberdade artística tremenda. Fora os olhos grandes, são sempre cheio de ações, poses e ângulos incríveis, com cenários muito bem trabalhados, algo que falta nos comics americanos!”, opina. Autodidata, ele ainda faz tudo manualmente. Só usa o computador para colorir. “Sou uma negação com o mouse”, confessa ele, que sonha com a profissionalização.

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Rodrigo Eiji Tsumura, 28, de Fukuroi (Shizuoka), trabalha a semana inteira na fábrica. Apesar da rotina cansativa, o jovem, que está há oito anos no Japão, usa o tempo livre para praticar o que mais gosta: desenho. Ele, que é fã dos mangás e também dos comics norte-americanos, começou a se aventurar na arte com 7 anos, quando viu a primeira versão do Astro Boy, de Osamu Tezuka. “Aqueles personagens com olhos gigantes e cheio de personalidade me fizeram apaixonar pelos estilo japonês”, conta. “Amo desenhos japoneses, pois te dão uma liberdade artística tremenda. Fora os olhos grandes, são sempre cheio de ações, poses e ângulos incríveis, com cenários muito bem trabalhados, algo que falta nos comics americanos!”, opina. Autodidata, ele ainda faz tudo manualmente. Só usa o computador para colorir. “Sou uma negação com o mouse”, confessa ele, que sonha com a profissionalização.

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