Todo dia estudo um pouco de japonês. O mais complicado, eu acho, é guardar/decorar os kanji (ideogramas). Afinal, se você não os usa constantemente, acaba esquecendo. Então, comecei a fazer um diário. É bem bobinho, afinal não consigo fazer um texto bacana como em português.
Conto coisas simples do dia-a-dia, e assim vou usando os tais kanji. Depois, passo para meu professor corrigir e dar dicas. Assim também vou aprendendo, de quebra, novas palavras.
Bom, mas comecei falando sobre meu empenho em aprender japonês para falar de metas. Tenho várias (pessoais e profissionais). Aos poucos vou conquistando cada uma delas. Desde a adolescência eu fui assim: colocava um objetivo e me esforçava para conquistá-lo.
Sempre sonhei alto, pois acho que se eu conseguir pelo menos a metade do sonho já vai estar de bom tamanho.
Até agora, consegui cumprir vários dos objetivos. E estou muito contente com minha evolução no japonês. Esta é minha meta seguinte: ser fluente até o final do ano que vem. Tenho tempo e estou me esforçando para isso.
O triste é ver que muitos (mas muitos mesmo) brasileiros não tem sonhos ou metas bem definidas. Querem voltar “um dia” para o Brasil. “Talvez” abrir um negócio próprio. “Quem sabe” voltar a estudar.
Assim, eu acho que fica complicado avançar, evoluir. Entendo que tem gente que prefere se acomodar nas situações. Mas qual a graça de viver assim? Nem se for algo material, como comprar uma casa própria. Isso já é um grande sonho. Mas o mais importante é correr atrás para realizá-lo. E depois que conseguir, partir para mais uma jornada.